Bikes convertidas em elétricas: tecnologias promissoras ou só marketing?

Com a ascensão das bicicletas elétricas em todo o mundo – que já alcançam 50% de marketshare em alguns mercados – há uma profusão de novas tecnologias sendo testadas e lançadas. Nem todas sobreviverão, mas algumas valem a pena conferir.

É o caso do Skarper, que incorpora um sistema removível de motor, bateria e controlador acoplado ao disco do freio traseiro. Com 250 watts, autonomia de até 60 km e pesando 3 kg, esta tecnologia, defendem seus criadores, transforma qualquer bicicleta instantaneamente em uma bike de pedal assistido. Tecnologias similares já foram lançadas anteriormente, como a roda de Copenhagen, mas não encontraram seu lugar ao sol.

No quesito carregador de bateria, o destaque vai para o Tiler, um sistema sem cabos que conta com carregamento indutivo a partir do pezinho (descanso) da bicicleta. A transferência de energia ocorre a partir de uma estrutura embutida no solo: basta posicionar a bicicleta em cima, liberar o pezinho e a bike já estará carregando. Tecnologia potencialmente promissora para condomínios, bicicletários e até bicicletas compartilhadas.

Ainda sobre carregamento, a empresa Mokwheel lançou a Basal t, uma bike elétrica que funciona como uma estação de energia. Contendo um inversor com capacidade de carregamento solar, o equipamento pode fornecer até 1 mil watts de energia e possui saída USB 12v e doméstica AC, sendo possível o carregamento de utensílios como celulares, câmeras e notebooks.

Fonte: Bicicleta News.

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