Comércio exterior da bicicleta cresceu 72% entre 2020 e 2021 no Brasil, ultrapassando os 400 milhões de dólares

O ano de 2021 foi de recordes históricos no comércio exterior da bicicleta. A importação de componentes foi responsável por 94% do montante total das importações e exportações.

​Os componentes que tiveram maior crescimento entre 2020 e 2021 foram câmbios (169%), cassetes (120%) e cubos (109%). ​Os quadros de bicicletas, que tiveram crescimento de 73%, representam 22% de todo o recurso envolvido com importação de componentes. Dentre os materiais dos quadros importados, o alumínio já representa 91%, Aço 7% e fibra de carbono, 3%.

Os Estados que mais importaram componentes em 2021 foram Santa Catarina (32% do total), Amazonas (27%), Espirito Santo (21%) e Rondônia (7%). Sendo os portos de Itajaí, Santos, Manaus e Paranaguá os mais importantes em volume de recursos transacionados.

​Para representantes de grandes empresas do mercado de bicicletas reunidos em um Seminário na manhã desta quinta-feira, os números indicam a recuperação do setor, melhor balanceamento da oferta e demanda e ainda os efeitos do aumento na procura por bicicletas. Porém, há uma unanimidade de que não será possível manter os mesmo números ao longo de 2022, especialmente pelo desaquecimento do consumo na linha de produtos de entrada e intermediários.

Confira todos os números de importação e exportação de bicicletas e componentes: https://bit.ly/impEexp

Fonte: Bicicleta News.

 

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